Mini-bio: TURA SATANA

Se tem uma coisa que eu adoro é trazer aqui mulheres que de alguma forma possam servir de inspiração. Até fazer a pesquisa sobre a vida da Tura Satana, eu não tinha ideia de como era a vida dela. Achei tudo tão interessante, que resolvi postar aqui uma mini-bio.

Espero que gostem 🙂


 

Até hoje, a influência da atriz Tura Satana pode ser encontrada na cultura pop. Pelo nome, você pode até não saber quem é, mas com certeza já a viu por aí.

Tura Luna Pascual Yamaguchi nasceu no Japão em 1938. Seu pai era um ator de origem japonesa e filipina, e sua mãe, artista circense, de origem escocesa-irlandesa e indígena.

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De arruaceira à dançarina burlesca

Sua trajetória foi marcada por tragédias desde cedo. Aos 9 anos Tura foi estuprada por 5 homens, que nunca foram condenados. Este acontecimento fez com que ela se esforçasse na prática de artes marciais, mais especificamente karatê e aikido, e passasse 15 anos procurando cada um dos estupradores para se vingar – “Eles nunca sabiam quem eu era, até que eu dissesse”. Nesta época, formou uma gangue com outras garotas da vizinhança, chamada The Angeles.

Tura admite ter sido uma jovem delinquente. Por causa disso, foi mandada para um reformatório.

Com 13 anos Tura casou-se com um rapaz de 17 (John Satana), num casamento arranjado, para a união de suas famílias. É claro que isso não deu certo, e o casamento durou menos de um ano.

Foi para Los Angeles, e tornou-se dançarina burlesca (além de posar nua) usando uma identidade falsa, pois tinha apenas 15 anos. Fez muito sucesso por ter traços orientais, e seios grandes.

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Gente, ela podia estar na lista das pin-ups do outro post!

Aos 19 anos, Tura ficou grávida, mas permaneceu dançando até o oitavo mês de gestação! Ela acredita que a experiência como dançarina tenha lhe ensinado muito.

Teve um romance com o rei do rock, Elvis Presley, que durou alguns meses (fofocas dizem que Elvis a pediu em casamento, mas ela não aceitou).

Carreira no cinema

Foi no começo do anos 60 que Tura se aventurou no cinema, sendo seu primeiro papel, o da prostituta Suzette Wong, em Irma La Douce (1963), além de ter feito aparições na tv. Pouco depois, apareceu o papel que a deixaria em evidência. Tura encarou o convite como uma oportunidade de interpretar um papel real e não ser apenas um objeto em cena, e aceitou o desafio! Resultado: a ótima performance como VARLA em Faster Pussycat! Kill! Kill! (1965).

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Suzette Wong (Irma La Douce – 1963)

Russ Meyes, diretor de Faster Pussycat! Kill! Kill! atribui à Tura, a fama do filme.

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Varla (Faster Pussycat! Kill! Kill! – 1965)

Outro filme interessante na carreira de Tura, é The Doll Squad (1973), que teria inspirado a criação das Panteras (Charlie’s Angels).

 

“Retiro”

Logo após essa filmagem, outra tragédia atingiu Tura, desta vez na forma de um ex-namorado possessivo com uma arma. Neste período de “retiro” da vida artística, Tura trabalhou num hospital, e na polícia de Los Angeles. Em 1981, sofreu um acidente de carro, que resultou em internação e quinze operações.

Em 2002, fez seu retorno ao cinema, através do filme Mark of the Astro-zombies (não sei se tem em português gente).

 

A pessoa

Tura era casada com um ex-policial de Los Angeles, e teve duas filhas. Morreu com 72 anos, em 4 de fevereiro de 2011, de insuficiência cardíaca.

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Por tudo que aconteceu em sua vida, eu tenho uma imensa admiração por essa mulher!

 

Sobre meu estilo pessoal

Olá, hoje tem mais um post do Projeto de Escrita Mensal do grupo Universo Alternativo. Que como vocês já sabem, foi criado pela Jaque, do blog 4sphixya.

Post atrasado sim, mas feito com amor ❤


Sobre meu estilo pessoal

Eu sempre quis fazer o visual rocker.

Desde criança eu curto esse estilo porque me passa a sensação de liberdade, de seja você mesmo, sei lá.

Difícil explicar.

PRÉ ADOLESCÊNCIA/ADOLESCÊNCIA

No começo eu usava o básico: calça jeans (ou shorts), all star e camiseta preta (não de banda). Depois comecei a frequentar o Hangar 110, a Galeria do Rock, shows, e vendo outras pessoas meu estilo foi mudando.

Quando eu comecei a frequentar rolê de rock, lembro que tinha muita menina de saia xadrez, meia arrastão e caveirinha no cabelo, mas eu nunca me encaixei nisso, achava sexy demais para mim, não tinha NADA A VER COMIGO. E não tem até hoje.

Apesar de não ouvir o som da Avril, eu gostava do jeito como ela se vestia (no começo). Aquela bermuda preta do clipe de complicated… Eu usava uma igual para ir à escola (comprei antes viu gente), e detalhe, com uma caveira atrás, porque era da linha do Supla para a Riachuelo, HAHAHAHA (agora não lembro se era Riachuelo ou Renner – foi no tempo da casa dos artistas – e não, eu não ouvia as músicas do Supla, mas gostava/gosto de uma música do Tokyo chamada HUMANOS)!

Querem me obrigar
a ser do jeito que eles são
Cheios de certezas
e vivendo de ilusão
Mas eu não sou
Nem quero ser
Igual a quem me diz
Que sendo igual
Eu posso ser feliz – Tokyo

O shorts foi um drama na minha vida. Tinha que escolher entre: comprar os “shorts para meninas” que eram curtos e agarrados demais, ou comprar bermudas para garotos em lojas de Skate. Nunca tem um meio termo, é incrível.

Claro que escolhi as bermudas. 

CAMISETAS DE BANDA

Camiseta de banda, só tive umas 3 do Iron Maiden por muito tempo, eu fui realmente viciada no Iron Maiden, meldels. Foi por causa do show deles no Rock in Rio 2001 que comecei a ouvir metal (antes eu ouvia rock em geral).

Aqui em Sampa tinha a lenda urbana da “intimação” (que é quando as pessoas fazem perguntas da banda que você tá vestindo para saber se você curte mesmo, se você não é modinha). Nunca vi acontecer com meninas, só ouvi as histórias do que acontecia na Galeria com os meninos (de briga, rasgarem a camiseta…). Mas hoje em dia não tem mais isso, até porque com a facilidade de encontrar tudo na internet, qualquer um vai lá na Wikipédia e decora a história toda da banda.

Uma vez ganhei num amigo secreto, uma camiseta do Slipknot. Close errado de quem deu, mas usei em casa para dormir. Como não sou fã da banda, não existe razão para usar a camiseta na rua né?

EMO/JROCK/GÓTICO

Quando o emo estava bombando, tudo que você usava, as pessoas falavam que era coisa de emo: boton, franja, cinto de tachinha… Então, se fui emo, foi sem querer. Eu tinha (ainda tenho) um moletom rosa do Weezer que as pessoas diziam que era de emo, vai entender…

Depois veio a fase Otaku. Me diga: Que jovem de São Paulo não teve a fase otaku-fã de jrock? Poucos. Nessa época, cortei o cabelo meio parecido com o de artistas de Jrock (tentei né), usava umas roupas com estampas que lembravam coisas orientais (dragões, gueixas, anime…).

Nessa época também, conheci um pessoal que gostava de industrial e ia para baladinha góteka. Por influência, acabei comprando um vestido e um coturno. O coturno eu dei (se não me engano, era da Vilela, comprei na Galeria), o vestido ainda está aqui, e estou pensando em vender.

Meu amado moletom do Weezer
Essa foi uma festa chamada Theatro dos Vampiros no Fofinho Rock Bar, aqui em Sampa. Foi em 2007…
Eu na Liba, num encontro de fãs de uma banda de Jrock.

TRAMPO

Quando comecei a trabalhar tentei manter meu estilo alternativo, mesclando com as roupas sociais (sim, eu sempre trabalhei de roupa social, exceto quando trabalhei num hotel, onde eu tinha uniforme). E embora houvesse um dia na semana onde pudessemos nos vestir de forma mais casual, não podia ir de jeans, e nem de tênis (logo eu que SÓ USAVA TÊNIS). Mas esse período foi bom, porque descobri outros tipos de sapatos, que acabei incorporando no meu visual, e uso até hoje. Foi aqui que eu aprendi a fazer adaptações.

ATUALMENTE

Não sei definir o meu estilo, e também não estou muito preocupada com isso.

Gosto de fazer um visual mais urbano (street style), mantendo as influências do rock, e misturando com outras peças não tão óbvias: shorts de tecido mais molinho, peças coloridas/estampadas, jaqueta jeans com moletom, tênis (só uso Vans agora), e às vezes acessórios.

A verdade é que eu não gosto de fazer um estilo só. Às vezes eu tô afim de fazer um look mais sussa, às vezes quero ser total rock, às vezes não, varia. Eu sou bem volúvel nesse quesito. Aqui cabe aquele frase do Gabriel, O pensador: “seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo”. Mas no caso de roupas, você pode ser sempre a mesma se você quiser.

É mais fácil definir um estilo quando ele está apoiado no som que você ouve. Quando a gente tem muita influência de diferentes vertentes, isso se reflete na nossa aparência também.

E essa aqui é uma foto minha recente…

Eu no Tanabata Matsuri 2017 com o Ultraman!

Queria dizer algumas coisas para quem está montando um guarda-roupa estiloso.

1ª ROUPA IMPORTADA. Gente, claro que nós temos as marcas que admiramos e tudo mais. Mas se por enquanto não tá rolando de comprar roupa da marca X porque o dólar tá alto ou whatever, procure marcas nacionais, o que não falta são indicações de marcas nos blogs (e youtube) por aí. É só dar uma olhada. A maioria das meninas que indicam têm cupom de desconto, é só sucesso!

2ª SEJA FLEXÍVEL. Se você não encontrar na loja nacional a peça exatamente igual àquela da loja gringa que você tanto quer, paciência. Procure uma peça que seja parecida.

3ª SEJA MAIS FLEXÍVEL AINDA. Também não tem? Vai em outra loja, dá uma volta no Brás (ou no comércio equivalente da sua cidade), olha no MercadoLivre, grupos do Facebook, lojas de bairro…

4ª  RODOU, RODOU E NÃO ACHOU? FAÇA VOCÊ MESMA. Não achou em nenhuma loja e quer mesmo assim? Mãos à obra! Desenhe ou imprima uma foto da peça, compre o tecido e mande para sua costureira de confiança. Em outros casos, você pode comprar uma peça pronta e colocar patches, tachinhas, desbotar, pintar de outra cor… as opções são infinitas, tudo depende do que você quer. Isso serve para roupas, bolsas, cintos, e por aí vai…

Detalhe: Se for camiseta de banda, as feitas em casa são mais charmosas do que as compradas por aí.

5ª INSPIRAÇÕES: É sempre bom ter pessoas para se inspirar, mas não queira “copiar” o visual de outra pessoal fielmente. Acho que a graça está na diversidade, então usar DO SEU JEITO uma peça que você viu outra pessoa usando é (na minha opinião) O MÁXIMO. Você define o seu estilo à partir daquilo que você gosta, usando outras pessoas como referência, e não como um modelo que deve ser 100% copiado, entende o que eu quero dizer?


Bom, é isso! Não achei que ia “falar” tanto, o texto ficou muito grande, haha. Mas espero que tenha alguma utilidade para vocês.

Não esqueça de visitar os outros sites que também fizeram esta postagem:

VULTUS PERSEFONE

A GURIA DE MOLETOM

FALA TEF

TARY BELMONT

DIVA ALTERNATIVA

ECCENTRIC BEAUTY

4SPHIXYA

LADY DARKS

EU E MINHA ESTUPIDEZ

RELÍQUIAS DA LARA


Beijos, até o próximo post!

Conheci a Mayra Dias Gomes!!!

Mayra Dias Gomes é uma escritora de 29 anos, filha do dramaturgo Dias Gomes. Nasceu no Rio de Janeiro, mas mora atualmente em Los Angeles com seu marido Coyote Shivers (o Berko do filme Empire Records). Aos 19 anos, teve seu primeiro livro publicado pela editora Record, o Fugalaça, que foi escrito durante a sua fase de depressão, e tornou-se um clássico da literatura underground.

Ela está no Brasil, e promoveu dois encontros com seus fãs. Eu fui no de São Paulo!

Linda né? Parece uma pin-up!

Além de Fugalaça Mayra tem outros 3 livros publicados

  • Mil e Uma Noites de Silêncio (2009)
  • Dias Gomes (2012)
  • Finalmente Famosa (2015)

Fugalaça

Conheci o livro Fugalaça em 2012/2013, quando uma amiga do trampo comentou comigo, e disse que eu ia gostar. Só fui ler bem depois, porque estava difícil de encontrar, esgotado em todas as livrarias que eu fui. Acabei comprando a versão e-book.

SINOPSE

FUGALAÇA é um retrato da juventude contemporânea e de seu desespero. Mas é também a história de uma garota. Em seu mundo nada cor-de-rosa, ela vive em algum lugar entre o prazer e a angústia. E caberá ao leitor condená-la ou absolvê-la. Utilizando uma linguagem pop, ágil e atual, Mayra surpreende ao contar a história de Satine, uma espécie de alter ego que mergulha fundo no clichê sexo, drogas e rock’n’roll depois de perder o pai aos 11 anos e ver sua entrada na vida adolescente tomar novos rumos. Uma estréia arrebatadora, FUGALAÇA traz em suas páginas a intensidade da juventude e o quanto ela pode ser libertadora e cruel.

Fonte: Amazon

Eu curto histórias junkies, mas fico um pouco frustrada por encontrar apenas protagonistas homens. São poucas as histórias assim com mulheres, ou escrita por mulheres. Além de Fugalaça, só lembro de Máquina de Pinball da Clara Averbuck (que ainda não li porque está sempre esgotado, mas vi o filme). Christiane F não conta porque não é obra de ficção.

Fugalaça rapidamente se tornou um dos meus livros preferidos, e passei a acompanhar a Mayra em todas as suas redes sociais. Ela é muito ativa na internet, e isso a torna mais próxima dos fãs. Foi pelo twitter que eu soube dessa visita ao Brasil.

Importante dizer que quem assina a orelha do livro, é outra escritora maravilhosa: Fernanda Young.

Meeting

O encontro foi no Astor Bar, na Vila Madalena dia 15/07 (último sábado). Fiquei muito feliz em conhecê-la, e mais ainda por confirmar que ela é uma pessoa extremamente simpática e atenciosa. Fala com todo mundo, autografa quantos livros ou revistas você levar, tira foto com todo mundo, conversa sobre tudo, amei demais! ❤

Se você ainda não leu Fugalaça, dá uma olhada porque o livro é ótimo! Quem tem o kindle, pode baixar uma amostra do livro antes de comprá-lo. 😉 #fikdik

Boas resenhas sobre Fugalaça

Babi Dewet

Digestivo Cultural

 

Filmes assistidos em JUNHO

Resolvi mudar o jeito como estou fazendo esta postagem. Tem muito filme que estou assistindo de novo, ou filmes muito conhecidos e não há razão para citá-los no post.

Vou citar somente aqueles que eu achar melhor.

Vamos à lista \o/


princesa-mononoke-posterPrincesa Mononoke (1997)

“A aldeia de Ashitaka é invadida por um estranho demônio, e quem resolve enfrentá-lo é o corajoso príncipe. Ele luta com o bicho e consegue matá-lo, mas antes fica com o braço ferido e é contaminado por uma maldição. Ele irá se corroer pelo ódio até se tornar um demônio igual ao outro e morrer, a não ser que ele vá atrás da cura na floresta proibida. É aí que começa a jornada de Ashitaka, que vai enfrentar animais fantásticos, princesas amaldiçoadas e os mistérios da natureza. O príncipe vai conhecer também os homens que querem destruir a floresta e a pequena San, ou Princesa Mononoke.” – Fonte: AdoroCinema

Mais um filme do Estúdio Ghibli. Pelo fato de ser uma animação (e não um anime), as pessoas ficam com preconceito e não querem assistir. Mas esse filme é muito bonito, e fala da relação entre humanos e a natureza. Adorei! ❤

 

passageiros-posterPassageiros (2017)

“Durante uma viagem de rotina no espaço, dois passageiros são despertados 90 anos antes do tempo programado, por causa de um mal funcionamento de suas cabines. Sozinhos, Jim (Chris Pratt) e Aurora (Jennifer Lawrence) começam a estreitar o seu relacionamento. Entretanto, a paz é ameaçada quando eles descobrem que a nave está correndo um sério risco e que eles são os únicos capazes de salvar os mais de cinco mil colegas em sono profundo.” Fonte: AdoroCinema

Eu não estava botando muita fé nesse filme, porque alguns filmes nessa temática futurista às vezes usam atores famosos para encobrir um enredo ruim. Achei que fosse o caso aqui. Mas não foi não, o filme até que é legal. Apesar de ter achado algumas coisas achei meio machistas (haha), como o fato de o protagonista acordar a personagem da Jennifer Lawrence antes do tempo (e acabar com todos os planos que ela havia feito para a vida dela), só porque “ele a achou bonita, e não quer passar 90 anos sozinho viajando pelo espaço (ele não tem esse direito)”.

Enfim, filme para ver no domingo, quando você não tem mais nada para fazer.

vida-posterVida (2017)

“Seis astronautas de diferentes nacionalidades estão em uma estação espacial, cujo objetivo maior é estudar amostras coletadas no solo de Marte por um satélite. Dentre elas está um ser unicelular, despertado por Hugh Derry (Ariyon Bakare) através dos equipamentos da própria estação espacial. Tal descoberta é intensamente celebrada por ser a primeira forma de vida encontrada fora da Terra, sendo que um concurso mundial elege seu nome: Calvin. Só que, surpreendentemente, este ser se desenvolve de forma bastante rápida, ganhando novas células e uma capacidade inimaginável.” – Fonte: AdoroCinema

Aqui sim. Aqui se emprega a minha teoria de que quando o enredo é ruim, eles colocam atores famosinhos. Filme ruim. Me lembrou Alien um pouco (só que chato), história muuuito parecida.

sob-o-sol-da-toscana-posterSob o sol da Toscana (2004)

“Frances Mayes (Diane Lane) é uma escritora que leva uma vida feliz em San Francisco, até que se divorcia de seu marido. Triste e deprimida, ela decide mudar radicalmente de vida e compra uma chácara na Toscana, para descansar e poder terminar em paz seu novo texto. Porém enquanto ela cuida da reforma de sua nova casa acaba conhecendo um novo homem, que reacende sua paixão.” Fonte: AdoroCinema

Esse filme é lindo! ❤ Algumas pessoas citam como filme de “recomeço”, mas eu acho que é mais um filme de “prossiga com sua vida” ou “você só tem que viver, para deixar que a vida aconteça”. Assim como Comer, Rezar e Amar, o filme é baseado num livro.

how-to-marry-a-millionaire-posterComo agarrar um milionário (1953)

“Em Nova York, Schatze Page (Lauren Bacall), Pola Debevoise (Marilyn Monroe) e Loco Dempsey (Betty Grable), três modelos cansadas de namorados sem dinheiro, alugam em Manhattan um elegante apartamento com o objetivo de arrumarem maridos ricos. Mas a situação se complica quando o dinheiro vai acabando e elas começam a se interessar por homens sem dinheiro.” Fonte: AdoroCinema

Filme famoso com duas pin-ups famosas: Marilyn Monroe e Betty Grable (lembra do meu post sobre pin-ups?). Eu gostei muito, apesar de ser uma comédia, eu não dei altas gargalhadas, mas ri um pouco com a personagem da Marilyn. O que eu mais gosto em filmes antigos assim, é observar a moda, e a cidade.

easyrider-posterEasy Rider (1969)

“Wyatt (Peter Fonda) e Billy (Dennis Hopper) são motoqueiros que viajam pelo sul dos Estados Unidos. Após levarem drogas do México até Los Angeles, eles as negociam com um homem em um Rolls-Royce. Com o dinheiro a dupla parte rumo ao leste, na esperança de chegar a Nova Orleans a tempo para o Mardi Grass, um dos Carnavais mais famosos em todo o planeta.” Fonte: AdoroCinema

MEEEU QUE FILME! Eu adoro essa vibe motociclista-viajante, esse filme me deu uma sensação de liberdade incrível. Quando acabou eu já queria pegar a moto sair dirigindo pela estrada loucamente ouvindo Born to be wild. Só que eu não tenho moto, e também não sei dirigir, então por enquanto não vai dar. Esse é outro filme bom para observar as pessoas, a moda e a cidade.

Atenção para a participação do Jack Nicolson! Tãããão novinho!

fpkk-posterFaster Pussycat! Kill! Kill! (1965)

“As strippers Varla (Tura Satana), Rosie (Haji) e Billie (Lori Williams) se divertem apostando corrida no deserto, quando encontram um jovem e inocente casal. Logo se livram do homem e levam a garota com elas. A próxima parada do grupo é a casa de um velho debilitado, onde supostamente há uma pequena fortuna escondida.” Fonte: AdoroCinema

Aqui não tem o que dizer.

Aliás, tem sim: ASSISTAM. Filme clássico, diria até que é um filme feminista, mas essa palavra atualmente está tão polêmica… A sinopse está meio mal feita, na verdade, há um desentendimento entre a Varla e o homem (que chegou com a namorada), e a Varla o mata. Como a namorada dele é a única testemunha, a gangue tem que levá-la como refém.

Na minha opinião esse filme mostra muito bem a liberdade da mulher de ser o que ela quiser. E a Varla… ah Varla! Fiquei feliz de ver uma protagonista oriental tão forte. Fui pesquisar a história da atriz, e soube que ela é um mulherão na vida real também (vai ter post). Esse filme me faz refletir sobre como o universo feminino é tão mal retratado no cinema atualmente. Faster Pussycat meteu o pé na porta, as pessoas devem ter ficado chocadas época. ÓTIMO FILME!


Então é isso! Essa foi a minha listinha com os principais filmes que assisti em Junho. De todos, só não recomendo que vocês assistam VIDA, haha.

Beijos 🙂

SHOW DO AS INFINITY

Fazendo esse post só prá dizer que realizei o sonho de ver o show de uma banda que adoro: DO AS INFINITY.

Conheci o DAI há anos atrás, quando era fã de anime. A banda tem 2 músicas na trilha de Inuyasha (Fukai Mori e Rakuen). A fase otaku passou, mas continuei fã.

Em 2005 eles se separaram e entraram num hiato. Minha chances de vê-los ao vivo era de ZERO.

Duas semanas antes do Anime Friends 2017, eu estava no facebook, e soube que eles tocariam no primeiro dia da Friends. Essa informação apareceu no meu feed DO NADA. Eu nem curtia a página do evento, porque há anos parei de ir, então, não sei o quê foi que algoritmo louco do facebook fez, que a informação apareceu prá mim.

De qualquer forma: MUITO OBRIGADA! Fiquei muito feliz! 🙂

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Membros fundadores
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Ryo Owatari
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Tomiko Van
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A banda

Uma breve história sobre as Pin-up Girls

Dia 10 de junho, aconteceu no The Sailor Pub (São Paulo), o 4º concurso Miss Pin Up The Sailor, e a ganhadora deste ano foi a Sarah Amethyst.

Sarah Amethyst Miss Pin Up The Sailor 2017

Pensando nisso, resolvi fazer um post falando um pouco sobre a história dessa figura feminina, tão forte, que é a PIN-UP.


O QUÊ É UMA PIN UP?

O termo pin-up, significa “pendurada”, e se refere às fotos de garotas que ficavam penduradas nos alojamentos dos soldados durante a segunda guerra mundial.

Muitas das garotas dessas fotografias, eram atrizes de Hollywood, consideradas símbolos sexuais, como Betty Grable e Rita Hayworth. Outras pin-ups, eram pinturas feitas à partir de modelos que posavam, como as pinturas de Alberto Vargas, e Gil Elvgren.

 

QUANDO SURGIRAM AS PIN-UPS AMERICANAS?

Durante a Segunda Guerra Mundial, como campanha de incentivo para as tropas americanas (isso parece estranho né?). Cópias da revista Esquirre foram enviadas aos soldados durante a guerra, com pinturas de garotas em uniformes de soldados, feitas por Alberto Vargas.

COMO COMEÇOU – A estética pin-up

Diferente do que você imagina, as imagens que os soldados americanos usavam para enfeitar seus alojamentos não teve origem nos EUA, e são na verdade inspiradas no trabalho de outros artistas, como Charles Dana Gibson, que pintava o ideal de beleza feminina (de acordo com sua visão) por volta de 1890, e Jules Cheret, pintor francês.

 

Nos cartazes criados por Cheret, era comum a imagem de mulheres bonitas, alegres e sensuais.

PIN-UPS FAMOSAS

 

Betty Grable (1916 – 1973)

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A pioneira (junto com Rita Hayworth)! Possui o título de Pin-up mais popular da Segunda Guerra Mundial, e foi eleita em 1943 pela revista Life, a dona das pernas mais bonitas de Hollywood. Era atriz, cantora e dançarina.

 

Rita Hayworth (1918 – 1987)

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Mito do cinema, eternizada pelo filme Gilda, de 1946.

 

Josephine Baker (1906 – 1975)

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Cantora e dançarina americana, considerada a primeira pin-up negra da história, atuou também no cinema francês.

 

Bettie Page (1923 – 2008)

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A consagradora da estética pin-up. Bettie é a personificação da pin-up, famosa por suas fotos no estilo fetiche e bondage.

 

Marilyn Monroe (1926 – 1962)

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Em 1949, o fotógrafo Tom Kelley pagou à Marilyn 50$ para posar nua. Alguns anos depois, a revista Playboy comprou os direitos de uma de suas fotografias para calendário, chamada Sonhos Dourados (Golden Dreams).

 

Hedy Lamarr (1914 – 2000)

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Não é um nome muito conhecido no universo pin-up, mas deveria. Além de atriz, Hedy foi inventora, e contribuiu criando um sistema de comunicação para as forças armadas dos EUA, que serviu de base para o nosso tão amado WIFI. Temos aqui uma pin-up da tecnologia senhoras e senhores!

 

Dita Von Teese (28 de setembro de 1972)

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A Dita é talvez um dos rostos mais conhecidos quando o assunto é pin-up ou burlesco.

…e por quê não a nossa pequena notável: Carmem Miranda (1909 – 1955)!

 

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POR QUÊ NÃO EXISTEM PIN-UPS NEGRAS?

Na verdade elas existem, mas são poucas.

O surgimento das pin-ups aconteceu quando os Estados Unidos estava no auge da segregação racial, mas isso não quer dizer que não haviam mulheres negras no meio artístico. Só que por serem um número menor, elas foram sufocadas pelas brancas.

Alguns nomes sempre importantes de serem lembrados, além de Josephine Baker:

 

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ESTILO PIN-UP HOJE EM DIA

Ícones sexuais ou representações da liberdade feminina, as pin-ups se tornaram inspiração para a arte contemporânea, cultura pop, estilo de se vestir, e estão por toda parte. Dos alojamentos dos soldados, para as camisetas, bolsas e tatuagens!

Atualmente, existem subdivisões dentro do estilo, que vão de pin-up clássica à rockabilly, entre outras. As atuais pin-ups mesclam o clássico com moderno, muitas possuem piercings e tatuagens, e na minha opinião, é aí que tá a graça.

O mundo pop adora fazer referência ao estilo pin-up, só para citar algumas, temos: a Katy Perry (no visual do primeiro disco, que eu achei o mais bonito), Christina Aguilera (Lembra de Candyman?), e a nossa amada Amy Whinehouse.

Tem gente que acha o estilo pin-up retrógrado, por expor a mulher no papel de objeto/símbolo sexual, outras pessoas acreditam que a pin-up é a liberdade das normas impostas pelo patriarcado. Mas me diga uma coisa: mesmo quando a mulher é um objeto à ser desejado, na mão de quem está o poder?

Questão de ponto de vista.

Vale citar uma frase da Lena Horne:

” O corpo feminino nu é tratado de forma tão estranha pela sociedade. As pessoas estão constantemente implorando para vê-lo, mas depois que conseguem, alguém é (tratada como) uma promíscua. “

Já era assim naquela época, e parece que continua. Quando será que vai mudar?

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SAIBA MAIS

Se você tem interesse pelo assunto, existem alguns bons livros lançados no Brasil, com as pinturas de Gil Elvgren e Alberto Vargas, que são os nomes mais conhecidos no assunto.

Se além do interesse na história, você quer adotar o visual pin-up, a internet é “O LUGAR” para encontrar tutoriais sobre cabelo, maquiagem, e ideias para suas roupas (muitas garotas fazem suas próprias roupas), mas existem lojas/marcas voltadas para o universo vintage.

LOJAS

Surpreenda Store: https://www.surpreendastore.com – Tem modelos para garotas plus-size.

Manifesto Pin-up: https://www.manifestopinup.com.br – Essa é uma loja aqui de São Paulo, mas eles vendem pela internet também.

Um blog muito bom sobre o assunto é o universo retrô. Lá existe um monteeeee de informação sobre o estilo vintage.

E se você é daqui de São Paulo, tem alguns lugares com essa temática que você pode colar, como:

The Clock – na Barra Funda

Shake Baby – na Móoca

Zé do Hamburguer – em Perdizes

E a Condimento, no Tatuapé, que não é propriamente no estilo vintage, mas vale muito a pena conhecer.


E aí, pronta para fazer seus Victory Rolls?

Beijão! 😉

10 filmes que assisti em Maio

Na verdade eu vacilei e vi somente 9. MY BAD!

Bom, como vocês já sabem, estou assistindo 10 filmes por mês, para que ao final do ano, eu tenha assistido 120 filmes. Esta é uma das minhas metas para 2017, assistir 120 filmes.

Sendo assim, 1 vez por mês, vou postar aqui a lista de filmes que eu vi, e minhas impressões.

Espero de alguma forma inspirar você, para que crie também sua meta de filmes, ou despertar a vontade de assistir algum dos filmes citados por mim.

E se você tiver alguma sugestão de filme, deixe aí nos comentário.

Beijos!


Machete_poster1 – Machete (2010)

“Machete (Danny Trejo) é um ex agente federal mexicano e foi contratado por um homem misterioso (Jeff Fahey) para assassinar um importante político americano. Mas ele também se tornou alvo de outro matador e agora o que parecia ser uma simples e rentável missão, transformou-se num sanguinária trama de conspiração contra o povo mexicano. Machete não vai deixar por menos, quer vingança e para isso conta com seu velho amigo “O Padre” (Cheech Marin).” Fonte

O diretor é o Robert Rodriguez, aquele mesmo cara que escreveu e dirigiu Planeta Terror (o filme da mulher que perde a perna, e no lugar colocam uma metralhadora. Nele você vê anúncios de Machete), portanto o filme segue a mesma linha.

Eu curti, porque gosto desses filmes assim meio “exagerados”, são divertidos (do seu jeito, não como filme de comédia). Se você gosta de filmes de ação e do Tarantino, creio que vá gostar desse também.

moonrise-kingdom-poster2 – Moonrise Kingdom (2012)

“Anos 60, em uma pequena ilha localizada na costa da Nova Inglaterra. Sam (Jared Gilman) e Suzy (Kara Hayward) sentem-se deslocados em meio às pessoas com que convivem. Após se conhecerem em uma peça teatral na qual Suzy atuava, eles passam a trocar cartas regularmente. Um dia, resolvem deixar tudo para trás e fugir juntos. O que não esperavam era que os pais de Suzy (Bill Murray e Frances McDormand), o capitão Sharp (Bruce Willis) e o escoteiro-chefe Ward (Edward Norton) fizessem todo o possível para reencontrá-los.” fonte

Aquele filminho fofo que todo mundo adora.

Dirigido pelo Wes Anderson, esse filme tem todo aquele apelo visual que a gente já conhece dos filmes dele. Aliás, “apelo” não é a palavra, o que eu quero dizer, é que o visual do filme contribui para que esteja tudo certinho e amarrado, para que tenha uma identidade (será que eu soube me explicar?). Filme fofo para ver no final de semana.

antes-que-eu-va-poster3 – Antes que eu vá (2016)

“Samantha Kingston (Zoey Deutch) é uma jovem que tem tudo o que uma jovem pode desejar da vida.. No entanto, essa vida perfeita chega a um final abrupto e repentino no dia 12 de fevereiro, um dia que seria um dia como outro qualquer se não fosse o dia de sua morte. Porém, segundos antes de realmente morrer, ela terá a oportunidade de mudar a sua última semana e, talvez, o seu destino.” – fonte

Este filme não estava na minha lista, mas parei para ver porque parecia ser legal. Infelizmente me enganei.

Na verdade, a ideia é legal. Mas acho que é uma fórmula exaustivamente repetida essa história dos adolescentes que vão à uma festa na casa de alguém da escola, cujo os pais estão viajando. Depois vem aquela história do baile (que nesse filme é de dia dos namorados), a garota que é a diferentona e ninguém que falar com ela, a popular, e blá blá blá. De repente, se fossem estudantes de universidade, ou jovens adultos, o filme fosse mais interessante.

o-hobbit-2-poster4 – O hobbit – A desolação de Smaug (2013)

Coloquei esse filme porque achei que não tinha visto. No meio do filme lembrei que já tinha assistido. ¬¬

 

 

 

 

man-on-the-moon-poster5 – O mundo de Andy (1999)

“Cinebiografia de Andy Kaufman (Jim Carrey), considerado o mais excêntrico, inovador e enigmático comediante de seu tempo. Um mestre em provocar o público, Kaufman podia gerar gargalhadas, um silêncio sepulcral, lágrimas ou até mesmo brigas, o que lhe valeu a fama de gênio da comédia americana.” fonte

Esse aqui é um filme interessante para quem se interessa por personalidades do showbizz que tinham algum (ou vários) parafusos à menos.

Alguns acham ele genial, outros louco. Eu achei esse cara bem locão, na verdade.

Muito do que vemos hoje em dia na tv, ele fez lá na década de 70, como fingir que não quer fazer determinado papel, e simular uma briga com o diretor, onde nem os outros atores que contracenavam com ele sabiam que não era uma brigada de verdade (a famosa pegadinha). Num determinado show, ele não fez nenhuma piada, ao invés disso, leu um livro para a platéia: O poderoso Gatsby. Sem contar a parte mais polêmica, ele chamava mulheres para lutar num ringue com ele, e numa dessas ele conhece sua namorada, que no filme é interpretada pela Courtney Love.

Quer dizer, o cara dava tanta volta nas coisas que fazia, que quando foi diagnosticado com câncer, poucas pessoas acreditaram. Até hoje rola uma lenda dizendo que ele está vivo…

É um filme interessante, porque Andy Kaufman era uma figura interessante.

(Tive que colocar esse vídeo aqui para vocês, porque meu, isso aqui é surreal. Olha até onde esse cara foi…)

o-homem-que-caiu-na-terra-poster6 – O Homem Que Caiu na Terra (1976)

“Thomas Jerome Newton (David Bowie) é um alienígena que vem à Terra em busca da salvação de seu planeta: água. Disfarçado de empresário, ele faz uso de tecnologias avançadas para conseguir o dinheiro necessário para a construção da nave que o levará de volta para casa. Para isso, no entanto, ele deverá sobreviver à dura competição do mundo dos negócios e às tentações terráqueas.” fonte

Eu finalmente consegui assistir esse filme. Há anos eu tentava mas nunca achava para baixar, e nem à venda.

Motivo para ver esse filme: DAVID BOWIE ❤

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7 – American honey (2016)

Em qualquer pesquisa que você faça sobre esse filme, vai encontrar a informação de que ele foi premiado em Cannes com o Prêmio do Juri. Eu não manjo muito de cinema, e nem sei o peso deste prêmio, mas graças à isso resolvi assistir, porque filmes premiados em Cannes devem ser considerados.

“Star (Sasha Lane), uma adolescente que busca viver aventuras, decide se juntar a um caixeiro viajante e cruzar o território do meio-oeste dos Estados Unidos vendendo assinaturas de revistas. No meio da viagem, ela entra em uma loucura de festas, crimes e amores junto com um grupo de desajustados.” fonte

Bom, a história é sobre jovens que viajam pelos EUA numa van, vendendo assinatura de revistas (sim, essa atividade existe, e o filme surgiu à partir desta reportagem aqui ).

Esse filme tem uma pegada meio Kids (como foi citado no Huffington Post BR). Uma coisa que deixou o filme mais realista, foi o fato de a protagonista não ser atriz. Pelo o que li, ela era estudante de psicologia, e estava de férias na Flórida, quando a diretora (Andrea Arnold), a convidou para estrelar o filme.

MOMENTO TV FAMA: Depois das gravações, o Shia LaBeouf , foi morar com a protagonista do filme.

Esse filme é muito bom.

operation-avalanche8 – Operation Avalanche (2016)

“Em 1967, durante a guerra fria, quatro agentes da CIA se dirfançam de cineastas com a tarefa de se infiltrar na NASA e descobrir espiões. Fingindo ter a intenção de documentar a viagem da Terra à Lua, o que eles descobrem leva a uma das maiores conspirações na história dos Estados Unidos.” fonte

Não amei, nem achei péssimo, mas tinha hora que era meio cansativo.

 

O_Conto_da_Princesa_Kaguya9 – O conto da Princesa Kaguya (2013)

“Esta animação é baseada no conto popular japonês “O corte do bambu”. Kaguya era um minúsculo bebê quando foi encontrada dentro de um tronco de bambu brilhante. Passado o tempo, ela se transforma em uma bela jovem que passa a ser cobiçada por 5 nobres, dentre eles, o próprio Imperador. Mas nenhum deles é o que ela realmente quer. A moça envia seus pretendentes em tarefas aparentemente impossíveis para tentar evitar o casamento com um estranho que não ama. Mas Kaguya terá que enfrentar seu destino e punição por suas escolhas.” fonte

Essa aqui é uma animação do estúdio Ghibli, portanto já tem 50% de aprovação. Hahaha.

A história é bonita, e o final me deixou bem emocionada, porque associei com outras coisas.  O que eu mais gostei nessa animação, foi o fato de parecer com ilustrações de livro, parece aquarela, é lindo demais!

Também ganhou prêmio em Cannes, e Oscar de melhor animação em 2015. ❤

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Olha que lindo!

 


E aí, tem algum filme aqui que você ainda não conhecia? 🙂