Sobre meu estilo pessoal

Olá, hoje tem mais um post do Projeto de Escrita Mensal do grupo Universo Alternativo. Que como vocês já sabem, foi criado pela Jaque, do blog 4sphixya.

Post atrasado sim, mas feito com amor ❤


Sobre meu estilo pessoal

Eu sempre quis fazer o visual rocker.

Desde criança eu curto esse estilo porque me passa a sensação de liberdade, de seja você mesmo, sei lá.

Difícil explicar.

PRÉ ADOLESCÊNCIA/ADOLESCÊNCIA

No começo eu usava o básico: calça jeans (ou shorts), all star e camiseta preta (não de banda). Depois comecei a frequentar o Hangar 110, a Galeria do Rock, shows, e vendo outras pessoas meu estilo foi mudando.

Quando eu comecei a frequentar rolê de rock, lembro que tinha muita menina de saia xadrez, meia arrastão e caveirinha no cabelo, mas eu nunca me encaixei nisso, achava sexy demais para mim, não tinha NADA A VER COMIGO. E não tem até hoje.

Apesar de não ouvir o som da Avril, eu gostava do jeito como ela se vestia (no começo). Aquela bermuda preta do clipe de complicated… Eu usava uma igual para ir à escola (comprei antes viu gente), e detalhe, com uma caveira atrás, porque era da linha do Supla para a Riachuelo, HAHAHAHA (agora não lembro se era Riachuelo ou Renner – foi no tempo da casa dos artistas – e não, eu não ouvia as músicas do Supla, mas gostava/gosto de uma música do Tokyo chamada HUMANOS)!

Querem me obrigar
a ser do jeito que eles são
Cheios de certezas
e vivendo de ilusão
Mas eu não sou
Nem quero ser
Igual a quem me diz
Que sendo igual
Eu posso ser feliz – Tokyo

O shorts foi um drama na minha vida. Tinha que escolher entre: comprar os “shorts para meninas” que eram curtos e agarrados demais, ou comprar bermudas para garotos em lojas de Skate. Nunca tem um meio termo, é incrível.

Claro que escolhi as bermudas. 

CAMISETAS DE BANDA

Camiseta de banda, só tive umas 3 do Iron Maiden por muito tempo, eu fui realmente viciada no Iron Maiden, meldels. Foi por causa do show deles no Rock in Rio 2001 que comecei a ouvir metal (antes eu ouvia rock em geral).

Aqui em Sampa tinha a lenda urbana da “intimação” (que é quando as pessoas fazem perguntas da banda que você tá vestindo para saber se você curte mesmo, se você não é modinha). Nunca vi acontecer com meninas, só ouvi as histórias do que acontecia na Galeria com os meninos (de briga, rasgarem a camiseta…). Mas hoje em dia não tem mais isso, até porque com a facilidade de encontrar tudo na internet, qualquer um vai lá na Wikipédia e decora a história toda da banda.

Uma vez ganhei num amigo secreto, uma camiseta do Slipknot. Close errado de quem deu, mas usei em casa para dormir. Como não sou fã da banda, não existe razão para usar a camiseta na rua né?

EMO/JROCK/GÓTICO

Quando o emo estava bombando, tudo que você usava, as pessoas falavam que era coisa de emo: boton, franja, cinto de tachinha… Então, se fui emo, foi sem querer. Eu tinha (ainda tenho) um moletom rosa do Weezer que as pessoas diziam que era de emo, vai entender…

Depois veio a fase Otaku. Me diga: Que jovem de São Paulo não teve a fase otaku-fã de jrock? Poucos. Nessa época, cortei o cabelo meio parecido com o de artistas de Jrock (tentei né), usava umas roupas com estampas que lembravam coisas orientais (dragões, gueixas, anime…).

Nessa época também, conheci um pessoal que gostava de industrial e ia para baladinha góteka. Por influência, acabei comprando um vestido e um coturno. O coturno eu dei (se não me engano, era da Vilela, comprei na Galeria), o vestido ainda está aqui, e estou pensando em vender.

Meu amado moletom do Weezer
Essa foi uma festa chamada Theatro dos Vampiros no Fofinho Rock Bar, aqui em Sampa. Foi em 2007…
Eu na Liba, num encontro de fãs de uma banda de Jrock.

TRAMPO

Quando comecei a trabalhar tentei manter meu estilo alternativo, mesclando com as roupas sociais (sim, eu sempre trabalhei de roupa social, exceto quando trabalhei num hotel, onde eu tinha uniforme). E embora houvesse um dia na semana onde pudessemos nos vestir de forma mais casual, não podia ir de jeans, e nem de tênis (logo eu que SÓ USAVA TÊNIS). Mas esse período foi bom, porque descobri outros tipos de sapatos, que acabei incorporando no meu visual, e uso até hoje. Foi aqui que eu aprendi a fazer adaptações.

ATUALMENTE

Não sei definir o meu estilo, e também não estou muito preocupada com isso.

Gosto de fazer um visual mais urbano (street style), mantendo as influências do rock, e misturando com outras peças não tão óbvias: shorts de tecido mais molinho, peças coloridas/estampadas, jaqueta jeans com moletom, tênis (só uso Vans agora), e às vezes acessórios.

A verdade é que eu não gosto de fazer um estilo só. Às vezes eu tô afim de fazer um look mais sussa, às vezes quero ser total rock, às vezes não, varia. Eu sou bem volúvel nesse quesito. Aqui cabe aquele frase do Gabriel, O pensador: “seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo”. Mas no caso de roupas, você pode ser sempre a mesma se você quiser.

É mais fácil definir um estilo quando ele está apoiado no som que você ouve. Quando a gente tem muita influência de diferentes vertentes, isso se reflete na nossa aparência também.

E essa aqui é uma foto minha recente…

Eu no Tanabata Matsuri 2017 com o Ultraman!

Queria dizer algumas coisas para quem está montando um guarda-roupa estiloso.

1ª ROUPA IMPORTADA. Gente, claro que nós temos as marcas que admiramos e tudo mais. Mas se por enquanto não tá rolando de comprar roupa da marca X porque o dólar tá alto ou whatever, procure marcas nacionais, o que não falta são indicações de marcas nos blogs (e youtube) por aí. É só dar uma olhada. A maioria das meninas que indicam têm cupom de desconto, é só sucesso!

2ª SEJA FLEXÍVEL. Se você não encontrar na loja nacional a peça exatamente igual àquela da loja gringa que você tanto quer, paciência. Procure uma peça que seja parecida.

3ª SEJA MAIS FLEXÍVEL AINDA. Também não tem? Vai em outra loja, dá uma volta no Brás (ou no comércio equivalente da sua cidade), olha no MercadoLivre, grupos do Facebook, lojas de bairro…

4ª  RODOU, RODOU E NÃO ACHOU? FAÇA VOCÊ MESMA. Não achou em nenhuma loja e quer mesmo assim? Mãos à obra! Desenhe ou imprima uma foto da peça, compre o tecido e mande para sua costureira de confiança. Em outros casos, você pode comprar uma peça pronta e colocar patches, tachinhas, desbotar, pintar de outra cor… as opções são infinitas, tudo depende do que você quer. Isso serve para roupas, bolsas, cintos, e por aí vai…

Detalhe: Se for camiseta de banda, as feitas em casa são mais charmosas do que as compradas por aí.

5ª INSPIRAÇÕES: É sempre bom ter pessoas para se inspirar, mas não queira “copiar” o visual de outra pessoal fielmente. Acho que a graça está na diversidade, então usar DO SEU JEITO uma peça que você viu outra pessoa usando é (na minha opinião) O MÁXIMO. Você define o seu estilo à partir daquilo que você gosta, usando outras pessoas como referência, e não como um modelo que deve ser 100% copiado, entende o que eu quero dizer?


Bom, é isso! Não achei que ia “falar” tanto, o texto ficou muito grande, haha. Mas espero que tenha alguma utilidade para vocês.

Não esqueça de visitar os outros sites que também fizeram esta postagem:

VULTUS PERSEFONE

A GURIA DE MOLETOM

FALA TEF

TARY BELMONT

DIVA ALTERNATIVA

ECCENTRIC BEAUTY

4SPHIXYA

LADY DARKS

EU E MINHA ESTUPIDEZ

RELÍQUIAS DA LARA


Beijos, até o próximo post!

Três postagens antigas favoritas (Universo Alternativo)

Oi gente!

Este é o meu primeiro post participando do projeto Escrita Mensal – do grupo Universo Alternativo, criado pela Jaque, do blog 4sphyxi4.

 

Como funciona

O projeto consiste em posts sempre no dia 15 de cada mês, com um tema definido, que está disponível lá no facebook.


 

E nesse dia 15 de junho, o tema é: 3 postagens antigas favoritas.

Como esse aqui é o meu milésimo blog, e não tem muito tempo de vida (tem 2 meses), os textos antecedentes à isso peguei dos outros blogs que escrevia. Decidi fazer um blog só para falar de tudo, sem assunto específico sabe?

Anyway, aqui estão as minhas 3 postagens favoritas. Espero que gostem 😀

1. Reveillón em Ilhabela

Praia do Bonete em Ilhabela
Bonete (Ilhabela)

Foi a primeira vez na minha vida em que acampei na praia, e em Ilhabela. Foi ótimo. Passei o reveillón de 2015 para 2016 acampada lá. Quem já fez a trilha para o Bonete, sabe como é pesada, mas também sabe como vale a pena. ❤

Se você tem vontade de saber como é esse rolê, dá uma olhada no meu texto, que pode ajudar.

 

2. Trekking na Pedra da Mina

PEDRA DA MINA (MINAS GERAIS)
PEDRA DA MINA (MINAS GERAIS)

Foi o trekking mais difícil que já fiz até hoje. A Pedra da Mina (MG), é o 4º pico mais alto do Brasil (2798 metro de altura), e eu consegui vencê-lo com uma mochila de 9 quilos nas costas, gripada e bem despreparada. Mas no final deu tudo certo.

Não aconselho fazer do jeito que eu fiz, mas aconselho todo mundo a pelo menos uma vez na vida fazer essa subida.

Aqui meu texto

 

3. Minha ida ao Maximus Festival

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Palco do Slayer

Para não ficar só nas lembranças do passado distante, resolvi colocar como postagem preferida, a minha ida do Maximus deste ano. Não é nem pelo post, mas por toda a mágica que aconteceu para que eu conseguisse ir nesse festival.

Aqui meu texto 😀


 

Não esqueça de visitar os outros blogs participantes do projeto, ok?

Asfixia

Fala Tef

Relíquias da Lara

Lady Darks

Tary Belmont

A guria de moletom

 

Bejão!

PROJETO: 120 filmes em um ano

Quando comento com alguém sobre meu projeto de ver 120 filmes em um ano, a reação típica é de horror, como se fosse algo impossível. Mas a verdade é que não é.

Defini essa meta, e criei uma lista com os 120 filmes que gostaria de ver ao longo do ano.

Para assistir essa quantidade de filme em um ano, você só precisa assistir 10 por mês✨.

E acredite, isso é mais fácil do que parece.

O plano é o seguinte: ver 1 filme por dia, de sexta à domingo. Fazendo assim, é possível ver 3 filmes por semana, e 12 por mês. Ou seja, 2 além do necessário para atingir a meta.

Claro que nem sempre eu consigo seguir à risca, mas às vezes consigo ver dois filmes em um dia. Ou fazer uma maratona num final de semana (a última que fiz, foi de Star Wars).

A única dificuldade que estou encontrando é em seguir a lista que criei.

Acabei assistindo filmes que não programei, então, provavelmente verei mais de 120 filmes.

Apesar dessa lista ter sido feita pensando em filmes para assistir em casa, nada impede de acrescentar filmes vistos no cinema também. O ideal seria que destes 10 filmes vistos por mês, ao menos um fosse visto no cinema.

Bom, essa é uma dica minha para quem está querendo se aproximar mais da 7ª arte.

Bjs, até o próximo post :*

ESTAMOS CONSTRUINDO

Estou cansada dessa pergunta.

Toda vez que entro no assunto profissão com alguém, comento que sou formada em turismo, mas atualmente estudo programação.

Daí a pessoa me olha com uma cara do tipo: “mas o quê uma coisa tem a ver com a outra?”,  e eu te digo: TUDO.

Em todos os lugares que trabalhei, havia um sistema para cadastrar informações, para confirmar reservas, localizar hotéis, ver disponibilidade, valores, fazer check-in, check-out, alterações… ufa! E isso nem é tudo, é menos que a metade.

Turismo é só tecnologia.

Assim como muitas outras coisas que as pessoas ainda não se deram conta.

Mesmo quem está na área, ainda não enxerga todas as possibilidades. A maioria das pessoa ainda pensa em tecnologia como: internet, celular, redes sociais, joguinhos de pc-celular (nem de videogame o povo lembra). Esquecem dos bancos, do comércio em geral que precisa de um sistema para um coisa ou outra, escolas, hospitais, órgãos públicos, emissoras de tv/rádio, faculdades…

Pois é, só mais uma constatação de que estamos engatinhando nesse assunto. Talvez daqui a 100 anos as coisas estejam mais claras para todos.

Beijos!

O primeiro Hackathon da minha vida

Então, no último final de semana eu participei do primeiro HACKATHON da minha vida.
Eu não esperava nenhum desempenho maravilhoso da minha parte, porque ainda estou engatinhando na programação back-end, mas esperava ter um pouco mais de atividade dentro do grupo.
Queria colocar mais a mão na massa, e não apenas ficar dando palpites. O que não é de todo ruim, porque o grupo ouvia sempre o que eu tinha para falar. Só fazer é que não rolou.
Mas tudo bem, eu fiquei motivada a desenvolver minhas habilidades de front-end, estudar mais back, e participar de um outro no futuro, quando eu estiver mais bem preparada.

Se você nunca participou, não tenha medo.

Mas sugiro que comece com algo leve. Se você é uma garota, hackathons promovidos por coletivos de mulheres são os mais indicados. Mas se você é alguém com desenvoltura para falar, poder começar com outros também, porque alguém que fale bem é uma carta na manga na hora do pit.

É isso aí 🙂